A COLONIALIDADE DO SABER JURÍDICO: uma análise da Filosofia do Direito frente ao Racismo Estrutural

Abstract

O presente artigo analisa as intersecções entre a Filosofia do Direito e o racismo estrutural, questionando a suposta neutralidade do positivismo jurídico tradicional. Partindo do pressuposto de que o Direito é uma construção social e histórica, investiga-se como a colonialidade do saber moldou as instituições jurídicas contemporâneas. A pesquisa utiliza como aporte teórico as categorias de racismo estrutural (Silvio Almeida), necropolítica (Achille Mbembe) e biopoder (Michel Foucault), relacionando-se à ontologia do ser racializado descrita por Frantz Fanon. O objetivo é demonstrar que o racismo não é uma patologia do sistema, mas um elemento constitutivo da subjetividade jurídica moderna. A metodologia empregada é a revisão bibliográfica crítica com abordagem qualitativa.

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P. - 2020 - In Die Bibliotheken von Karl Marx und Friedrich Engels. Annotiertes Verzeichnis des ermittelten Bestandes. Berlin, Boston: De Gruyter. pp. 506-537.
Pele negra, máscaras brancas.Frantz Fanon - 2008 - Salvador, Brasil: Edufba. Translated by Renato Da Silveira.

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